Ana de Luca
Surgery infections - acute Cirurgia contaminada → feridas traumáticas recentes (menos de
6h) abertas. Manipulação de via biliar ou geniturinária na
and chronic wound presença de bile ou urina infectada. Cirurgias com presença de
in amação aguda na incisão e cicatrização de segunda intenção,
Infecção em cirurgia é qualquer infecção que acomete um ou grande contaminação a partir do tubo digestivo.
paciente cirúrgico → do sítio cirúrgico + infecção da corrente
sanguínea por bacteremia por cateter venoso central + infecção Cirurgia infectada → secreção purulenta durante a cirurgia.
do trato urinário + pneumonia relacionada ou não a ventilação Feridas traumáticas com atraso de tratamento (mais de 6 horas).
mecânica.
Profilaxia cirurgica
O cateter invasivo cria porta pra invasão por patógeno. Doenças
ATB correto → combate as maiores oras daquele campo
cirúrgicas são imunosupressoras.
cirúrgico em que está operando, com dose correta,
administração correta (normalmente até 30min antes da incisão)
Anestesia geral → risco de pneumonia.
+ duração correta.
Infecção do campo cirúrgico
Antibióticoterapia pro lática - quem precisa?
- Procedimentos potencialmente contaminados → cólon,
Até 30 dias depois da realização da cirurgia ou 3 meses depois
intestino. Todos.
de implante de prótese.
- Procedimentos limpos que envolvem inserção de material
protético intravascular ou prótese. Situações em que a
Fatores que aumentam a incidência de ISC:
infecção do sítio cirúrgico levam a um risco catastró co (ex:
● Cirurgias cardíacas e em queimados.
cirurgia cardíaca/NCR).
● Cirurgias realizadas em grandes hospitais. - Cirurgias contaminadas/ infectadas → considerar terapia
● Pacientes adultos em comparação com pediátricos.
precoce!
● Quantidade de inóculo bacteriano introduzido no ato cirúrgico.
Repete dose a cada 4h de cirurgia ou se teve grande perda
Sinais e sintomas:
volêmica ou se paciente obeso mórbido.
- Exsudato purulento no local/ órgão manipulado.
- Evidência histopatológica de infecção.
Infecções potencialmente graves → dor desproporcional ao
- Febre sem causa.
exame físico o bolhas violáceas + hemorragia cutânea +
- Deiscência dos tecidos profundos.
amolecimento da pele + bactérias anaeróbias morando ali o áreas
de parestesia e anestesia + rápida progressão + presença de ar
Classi cação:
em subcutâneo.
- Por profundidade → super cial se acomete só lesão/ ao redor.
Incisional profunda se vai pro subcutâneo. Órgão/ cavidade se
Fasceíte necrotizante: acometimento das fáscias musculares
vai pra cavidade.
profundas- tem necrose em fáscia e músculo. No intra-
operatório, vê tecido subcutâneo acizentado, músculo com
Potencial de contaminação
estrias, edema e frio na manipulação.
Cirurgias limpas → realizada em tecidos estéreis ou passíveis de
Choque tóxico → febre, rush cutâneo com necrose progressiva
descontaminação. Não há abordagem de vísceras ocas.
da pele, lesões bolhosas, áreas de gangrena, infecção se estende
Sítio cirúrgico onde não é encontrada in amação. Não há quebra
a planos profundos.
de técnica. Ex: de tireoide.
CIrurgia potencialmente contaminada → cavidade oca → trato Manejo
digestivo, respiratório, orofaringe e genitourinário sem cultura Até 48h do pós cirúrgico, a febre é provavelmente in amação do
positiva. Herniorra as com presença de in amação, mas sem corpo contra o processo, então tem baixa probabilidade de ter
sinais de infecção. Ex.: amigdalectomia, cirurgia plástica nasal. uma infecção de campos cirúrgico, porque a febre é precoce.
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Surgery infections - acute Cirurgia contaminada → feridas traumáticas recentes (menos de
6h) abertas. Manipulação de via biliar ou geniturinária na
and chronic wound presença de bile ou urina infectada. Cirurgias com presença de
in amação aguda na incisão e cicatrização de segunda intenção,
Infecção em cirurgia é qualquer infecção que acomete um ou grande contaminação a partir do tubo digestivo.
paciente cirúrgico → do sítio cirúrgico + infecção da corrente
sanguínea por bacteremia por cateter venoso central + infecção Cirurgia infectada → secreção purulenta durante a cirurgia.
do trato urinário + pneumonia relacionada ou não a ventilação Feridas traumáticas com atraso de tratamento (mais de 6 horas).
mecânica.
Profilaxia cirurgica
O cateter invasivo cria porta pra invasão por patógeno. Doenças
ATB correto → combate as maiores oras daquele campo
cirúrgicas são imunosupressoras.
cirúrgico em que está operando, com dose correta,
administração correta (normalmente até 30min antes da incisão)
Anestesia geral → risco de pneumonia.
+ duração correta.
Infecção do campo cirúrgico
Antibióticoterapia pro lática - quem precisa?
- Procedimentos potencialmente contaminados → cólon,
Até 30 dias depois da realização da cirurgia ou 3 meses depois
intestino. Todos.
de implante de prótese.
- Procedimentos limpos que envolvem inserção de material
protético intravascular ou prótese. Situações em que a
Fatores que aumentam a incidência de ISC:
infecção do sítio cirúrgico levam a um risco catastró co (ex:
● Cirurgias cardíacas e em queimados.
cirurgia cardíaca/NCR).
● Cirurgias realizadas em grandes hospitais. - Cirurgias contaminadas/ infectadas → considerar terapia
● Pacientes adultos em comparação com pediátricos.
precoce!
● Quantidade de inóculo bacteriano introduzido no ato cirúrgico.
Repete dose a cada 4h de cirurgia ou se teve grande perda
Sinais e sintomas:
volêmica ou se paciente obeso mórbido.
- Exsudato purulento no local/ órgão manipulado.
- Evidência histopatológica de infecção.
Infecções potencialmente graves → dor desproporcional ao
- Febre sem causa.
exame físico o bolhas violáceas + hemorragia cutânea +
- Deiscência dos tecidos profundos.
amolecimento da pele + bactérias anaeróbias morando ali o áreas
de parestesia e anestesia + rápida progressão + presença de ar
Classi cação:
em subcutâneo.
- Por profundidade → super cial se acomete só lesão/ ao redor.
Incisional profunda se vai pro subcutâneo. Órgão/ cavidade se
Fasceíte necrotizante: acometimento das fáscias musculares
vai pra cavidade.
profundas- tem necrose em fáscia e músculo. No intra-
operatório, vê tecido subcutâneo acizentado, músculo com
Potencial de contaminação
estrias, edema e frio na manipulação.
Cirurgias limpas → realizada em tecidos estéreis ou passíveis de
Choque tóxico → febre, rush cutâneo com necrose progressiva
descontaminação. Não há abordagem de vísceras ocas.
da pele, lesões bolhosas, áreas de gangrena, infecção se estende
Sítio cirúrgico onde não é encontrada in amação. Não há quebra
a planos profundos.
de técnica. Ex: de tireoide.
CIrurgia potencialmente contaminada → cavidade oca → trato Manejo
digestivo, respiratório, orofaringe e genitourinário sem cultura Até 48h do pós cirúrgico, a febre é provavelmente in amação do
positiva. Herniorra as com presença de in amação, mas sem corpo contra o processo, então tem baixa probabilidade de ter
sinais de infecção. Ex.: amigdalectomia, cirurgia plástica nasal. uma infecção de campos cirúrgico, porque a febre é precoce.
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