Ana de Luca
Causas de mortalidade pós trauma
Atendimento inicial ao
paciente politraumatizado Na primeira fase → lesão encefálica extensa, acomentimento da
base do crânio, secção da medula cervical, ferimento de vasos e
coração, obstrução das vias aéreas.
Distribuição trimodal das mortes por trauma Na segunda fase (primeira hora) → pneumotórax, rupturas
viscerais, fratura de membro e pelve, hematoma sub-dural, lesão
encefálica e medular.
Fase 3 (semanas) → septicemia, falência de multiplos órgãos.
Hora de ouro → período após o trauma em que o tratamento
de nitivo deve ser efetuado. Inclui o tempo na cena do acidente.
Avaliação inicial - princípios
• Tratar primeiro a maior ameaça à vida
• O tempo é essencial.
• Não provocar mais lesão.
• Avaliação primária – ABCDE.
• Reanimação.
• Reavaliação das condutas.
• Avaliação secundária.
Politraumatismo: lesões de dois ou mais segmentos do corpo,
➔ Quando paciente estável, sem risco
que podem evoluir ao óbito em minutos → pode causar morte
• Reavaliação.
por insu ciência respiratória, lesões do SNC, choque
hipovolêmico.
Causas de morte no trauma:
A: hipóxia → obstrução de VA, queda da base da língua.
3 picos de mortalidade:
B: ventilação → sem troca adequada.
C: hemorragia → identi car foco, controlar sangramento,
1. 1 pico → mortes evitáveis:
- 1 hora: lesões graves de aorta, medula, parte transfundir.
D: hipertensão intracraniana → alteração neurológica.
respiratória, cerebrais, grandes vasos.
- Atuação do médico é insigni cante nesse momento. E: extremidades → exposição/controle da hipotermia.
- Atuam medidas preventivas – leis de trânsito
(bafômetro, cadeirinha, cinto de segurança, airbag). A - VIA AÉREA- IMOBILIZAÇÃO DA COLUNA
- Sistema de saúde não atua de forma direta, mas sim o CERVICAL
serviço público. Identi cação de sinais de obstrução:
→ corpos estranhos.
2. 2 pico → ATLS: → sangue e secreções.
- Minutos a várias horas do trauma. → fraturas faciais, mandibulares e traqueo-laríngeas.
- Ex: ruptura de baço, fígado, fraturas pélvicas. → O doente que se comunica verbalmente apresenta
- São reversíveis, mas potencialmente fatais. inicialmente baixo risco de obstrução da via aérea, porém a
permeabilidade da via deve ser reavaliada a curtos intervalos de
3. 3 pico → consequências: tempo.
- Semanas.
- Paciente que evoluiu com quadro infeccioso, TEP/TVP, SINAIS DE OBSTRUÇÃO:
sequelas cerebrais. → Agitação – sugere hipóxia.
- Traz gasto ao sistema de saúde. Relacionada ao
→ Torpor – sugere hipercapnia.
atendimento do 1o pico. → Cianose – sinal tardio de hipóxia.
fi fi fi
fi fi
Causas de mortalidade pós trauma
Atendimento inicial ao
paciente politraumatizado Na primeira fase → lesão encefálica extensa, acomentimento da
base do crânio, secção da medula cervical, ferimento de vasos e
coração, obstrução das vias aéreas.
Distribuição trimodal das mortes por trauma Na segunda fase (primeira hora) → pneumotórax, rupturas
viscerais, fratura de membro e pelve, hematoma sub-dural, lesão
encefálica e medular.
Fase 3 (semanas) → septicemia, falência de multiplos órgãos.
Hora de ouro → período após o trauma em que o tratamento
de nitivo deve ser efetuado. Inclui o tempo na cena do acidente.
Avaliação inicial - princípios
• Tratar primeiro a maior ameaça à vida
• O tempo é essencial.
• Não provocar mais lesão.
• Avaliação primária – ABCDE.
• Reanimação.
• Reavaliação das condutas.
• Avaliação secundária.
Politraumatismo: lesões de dois ou mais segmentos do corpo,
➔ Quando paciente estável, sem risco
que podem evoluir ao óbito em minutos → pode causar morte
• Reavaliação.
por insu ciência respiratória, lesões do SNC, choque
hipovolêmico.
Causas de morte no trauma:
A: hipóxia → obstrução de VA, queda da base da língua.
3 picos de mortalidade:
B: ventilação → sem troca adequada.
C: hemorragia → identi car foco, controlar sangramento,
1. 1 pico → mortes evitáveis:
- 1 hora: lesões graves de aorta, medula, parte transfundir.
D: hipertensão intracraniana → alteração neurológica.
respiratória, cerebrais, grandes vasos.
- Atuação do médico é insigni cante nesse momento. E: extremidades → exposição/controle da hipotermia.
- Atuam medidas preventivas – leis de trânsito
(bafômetro, cadeirinha, cinto de segurança, airbag). A - VIA AÉREA- IMOBILIZAÇÃO DA COLUNA
- Sistema de saúde não atua de forma direta, mas sim o CERVICAL
serviço público. Identi cação de sinais de obstrução:
→ corpos estranhos.
2. 2 pico → ATLS: → sangue e secreções.
- Minutos a várias horas do trauma. → fraturas faciais, mandibulares e traqueo-laríngeas.
- Ex: ruptura de baço, fígado, fraturas pélvicas. → O doente que se comunica verbalmente apresenta
- São reversíveis, mas potencialmente fatais. inicialmente baixo risco de obstrução da via aérea, porém a
permeabilidade da via deve ser reavaliada a curtos intervalos de
3. 3 pico → consequências: tempo.
- Semanas.
- Paciente que evoluiu com quadro infeccioso, TEP/TVP, SINAIS DE OBSTRUÇÃO:
sequelas cerebrais. → Agitação – sugere hipóxia.
- Traz gasto ao sistema de saúde. Relacionada ao
→ Torpor – sugere hipercapnia.
atendimento do 1o pico. → Cianose – sinal tardio de hipóxia.
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